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	<title>Portal PGF &#187; Naming Rights</title>
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		<title>Naming Rights no futebol</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 18:32:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marco]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
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		<category><![CDATA[Direitos de Nome]]></category>
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		<category><![CDATA[Naming Rights]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Direitos de Nome Antes de falarmos sobre o uso do Naming Rights no futebol, vamos entender o que é e como é usado esse recurso. &#160; Direitos de nome (Inglês: naming rights) é o direito sobre a propriedade de nomes. A prática da concessão de direitos de nome é bastante comum entre empresas, que]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Os Direitos de Nome</strong></h4>
<p>Antes de falarmos sobre o uso do Naming Rights no futebol, vamos entender o que é e como é usado esse recurso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 30px">Direitos de nome (Inglês: naming rights) é o direito sobre a propriedade de nomes. A prática da concessão de direitos de nome é bastante comum entre empresas, que compram ou alugam o nome de algum estabelicimento de espetáculos culturais e/ou esportivos trocando para o nome da própria empresa ou de algum produto relacionado à mesma.</p>
<p><em>                                                                                                              (<span style="color: #c0c0c0">Fonte: Wikipédia</span>) </em></p>
<p>No &#8220;comuniquês&#8221;, o Naming Rights é uma ação de Marketing Cultural, inserida nas ações de Relações Públicas de uma marca/empresa. Ou seja, quando uma marca visa agregar a imagem de sua marca com a imagem de outra empresa.</p>
<p>Essa prática agrega valor à imagem da marca ou à um conceito, e vem se tornando comum no Brasil. Mas não é de hoje que isso acontece.</p>
<p>Na década de 70, foi criado o evento &#8221; Hollywood Rock&#8221;, idealizado pelo jornalista e compositor Nelson Motta e que teve o apoio da marca de tabacos Souza Cruz, que usou o nome de um de seus produtos, o cigarro Hollywood, para nomear o evento.</p>
<div id="attachment_1000" style="width: 250px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/materia1.jpg"><img class=" wp-image-1000 " src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/materia1-300x300.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Hollywood Rock, evento que teve sua primeira edição na década de 70.</p></div>
<p>A primeira estrutura a vender o direito de nome, foi Credicard Hall, espaço multiuso em São Paulo,  em setembro de 1999.</p>
<div id="attachment_999" style="width: 285px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/images1.jpg"><img class="size-full wp-image-999" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/images1.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a><p class="wp-caption-text">Credicard Hall, primeira casa de espetáculos a vender os direitos de nome.</p></div>
<h4>Naming Rights no Futebol</h4>
<p>No futebol, a estratégia  vem sendo usada há algum tempo. Você já deve ter ouvindo ou lido os nomes &#8220;Allianz Arena&#8221; e &#8220;Emirates Stadium&#8221; estádios de Bayern de Munique e Arsenal, respectivamente.</p>
<div id="attachment_998" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/allianz-emirates1.jpg"><img class="size-medium wp-image-998" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/allianz-emirates1-300x125.jpg" alt="" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Allianz Arena (Bayern) e Emirates Stadium (Arsenal).</p></div>
<p>No futebol brasileiro, o Clube Atlético Paranaense foi pioneiro na utilização de naming rights em um palco de futebol. Em março de 2005, o Atlético anunciou a parceria com a Kyocera Mita America, empresa de eletro eletrônicos, e a então Arena da Baixada passou a ser chamada Kyocera Arena. Mas o contrato durou apenas 3 anos, e no dia 1º de abril de 2008, as mas quebraram o vínculo. Com a realização da Copa do Mundo em 2014, no Brasil, com jogos na Arena da Baixada, o CAP viu uma valorização de sua marca e deseja números maiores para uma nova venda de direitos.</p>
<div id="attachment_997" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/800px-Kyocera_Arena_Curitiba_20061.jpg"><img class="size-medium wp-image-997" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/800px-Kyocera_Arena_Curitiba_20061-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Kyocera Arena (Clube Atlético Paranaense)</p></div>
<p>Mas qual o malefício que contratos curtos podem trazer à uma estrutura?</p>
<p>A intenção é agregar e fidelizar a imagem de duas marcas, quando o contrato se quebra rápido, a imagem do clube/estrutura fica desvalorizada.</p>
<p>Ex.: Empresa &#8220;X&#8221; vai pagar pra comprar os direitos de uma arena que pertencia à empresa &#8220;Y&#8221;, a imagem dessa arena já foi vinculada à de outra empresa e pode dificultar essa compra, já que as pessoas podem continuar chamando a arena pelo nome usado pela empresa &#8220;Y&#8221;.</p>
<p>Prazos longos de contratos também causam essa desvalorização à um novo contratante.</p>
<p>Ou você imagina a Air France comprando os direitos do Emirates Stadium, da Emirates Air Lines, estádio que tem esse nome desde a sua criação em 2006. Um vínculo já foi criado entre a marca e a estrutura.</p>
<p>Clubes como Corinthians, Palmeiras e Grêmio, pretendem vender o naming rights de suas arenas, todos visando contratos longos. E no caso do Corinthians, visando um valor maior, já que o estádio sediará a abertura da Copa do Mundo FIFA 2014, e tanto a FIFA quanto a Globo respeitaram os direitos de nome durante os eventos.</p>
<h4>A venda de Naming Rights para eventos.</h4>
<p>O que é mais comum de se ver no Brasil e nos torneios da América do Sul é a venda dos direitos dos nomes dos torneios.</p>
<p>Como o Campeonato Paulista Chevrolet, ou Paulistão Chevrolet 2012, a Copa Santander Libertadores, Campeonato Brasileiro Petrobras 2012 e Copa Bridgestone Sulamericana.</p>
<p>Você sabia que esses são os nomes oficiais desses eventos em 2012?</p>
<p>Se você não sabia, pode &#8220;culpar&#8221; as mídias. Até pouco tempo, os principais canais de televisão usavam os nomes populares para apresentar os eventos. Prejudicando a marca e o evento.</p>
<p>Com a chegada do Canal Fox Sports Brasil, isso começou a mudar. O canal da Fox Entertainment Group, preservou todos os direitos de nomes dos eventos transmitidos.</p>
<p>Como a Copa Santander Libertadores, Copa Bridgestone Sulamericana, Seria A TIM, Barclays  Premier League.</p>
<div id="attachment_1001" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/name-rights1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1001" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/name-rights1-300x173.jpg" alt="" width="300" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">Campeonatos que venderam o naming rights.</p></div>
<p>A ação da Fox &#8220;forçou&#8221; o grupo Globosat a tomar a mesma atitude e os canais da empresa, Globo, Sportv e PFC, passaram a usar os nomes oficiais dos eventos, e em breve, seja por pressão ou opção, a Rede Bandeirantes deve seguir o mesmo rumo.</p>
<p>Atitudes como essas valorizam os eventos, as marcas envolvidas e o espetáculo. E mostra respeito por parte do veículo aos direitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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