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	<title>Portal PGF &#187; Destaques</title>
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	<description>Power Guido Fest</description>
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		<title>Terminal Guadalupe &#8211; Discografia Definitiva</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 14:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Torremo_MH]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Iniciativa Rock in PGF]]></category>
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		<description><![CDATA[A internet perdeu nas últimas semanas o maior site de download gratuito de música independente brasileira, o Trama Virtual. Com ele, se foi um acervo gigantesco de músicas que, em muitos casos, eram encontradas somente por lá. Isto acontecia, às vezes, pelo fato do download remunerado&#8230; Às vezes por preguiça da banda&#8230; Às vezes por]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A internet perdeu nas últimas semanas o maior site de download gratuito de música independente brasileira, o Trama Virtual. Com ele, se foi um acervo gigantesco de músicas que, em muitos casos, eram encontradas somente por lá. Isto acontecia, às vezes, pelo fato do download remunerado&#8230; Às vezes por preguiça da banda&#8230; Às vezes por outros fatores.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das bandas que usavam apenas o Trama Virtual como repositório, por motivos que o grupo acabou, era a curitibana Terminal Guadalupe. Tendo isto em vista, decidi disponibilizar toda a discografia deles e mais algumas demos e bootlegs (tudo que estava no Trama) aqui no site, como uma fonte permanente de download, para que as músicas não se percam na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira algumas informações sobre a banda e a discografia no final do post.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A BANDA</strong></p>
<p><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/pinhead240507b1.jpg"><img class="size-full wp-image-1556 aligncenter" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/pinhead240507b1.jpg" alt="Terminal Guadalupe" width="450" height="302" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Baseado em fatos reais, Dary Júnior escreveu a crônica &#8220;Burocracia Romântica&#8221;: o encontro de um casal que passa horas ouvindo música, conversando e bebendo e, no limite da tensão sexual, não troca sequer um beijo. Fabiana Bubniak, sua colega na Pós-Graduação em Comunicação Audiovisual na PUC-PR, achou que a crônica renderia um roteiro cinematográfico, e passou a trabalhar nele. Durante muitas noites, a dupla trocou e-mails com aquilo que se transformaria no roteiro definitivo do curta.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Outros colegas do curso na PUC, integrantes do coletivo de criação Onanistas, colaboraram com palpites e boa vontade e, em outubro de 2002, o curta foi filmado. </em></p>
<p><em><img class="alignright size-full wp-image-1558" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/TEMINAL-FOTO-2.jpg" alt="Gravação" width="330" height="213" /></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Enquanto o filme era produzido, Dary considerou que a história merecia trilha sonora própria e inédita. Como sua banda anterior (<a href="https://mega.co.nz/#!KExkwThL!HxU9qV_bsDhP_5SfjGz9HG2ktpoHQX33c_RvhvrAZKI" target="_blank">Lorena foi embora&#8230;</a>) havia acabado, Dary pediu ajuda à Poléxia. Os garotos toparam e o projeto foi batizado de &#8220;Terminal Guadalupe&#8221;, uma referência à estação de transporte coletivo que atende aos moradores da região metropolitana de Curitiba. O lugar é decadente, ilustra bem onde começa e acaba o mito da cidade perfeita construído pela propaganda oficial.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dary criava as composições e todos trabalhavam nos arranjos. As melodias seguiram o espírito &#8220;comédia romântica&#8221; do filme. O Terminal Guadalupe começou a ensaiar em dezembro de 2002 e entrou em estúdio no final de janeiro de 2003. O disco foi (quase) todo gravado no Estúdio Stamp, em Curitiba, sob os cuidados de Emanuel Moon e Virgílio Milléo. Quase, porque o guitarrista Rodrigo Lemos usou o teclado de Eduardo Cirino e gravou &#8220;Degraus&#8221; em casa, no próprio computador. Fábio Elias (guitarrista e vocalista da Relespública), Henrique Faria (percussionista), Malu Mazza (vocalista) e Mário Lasseck (acordeonista) foram os músicos convidados. As músicas foram mixadas e masterizadas no Estúdio Audiodigital por Daniel Pessanha, que tinha feito o mesmo serviço no único disco da lorena foi embora&#8230;, &#8220;Coragem de Fugir é Medo de Ficar!&#8221;. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A formação com os integrantes da Poléxia só fez um show &#8211; em 15 de agosto de 2003, em Curitiba. A apresentação marcou a entrada do guitarrista Allan Yokohama na banda. Um mês depois, Samuel Pessatti (violoncelo) juntou-se ao grupo. Em outubro, depois de uma série de testes com baixistas e bateristas, Rubens K (baixo) e Fabiano Ferronato (bateria) foram efetivados no Terminal Guadalupe, vindos do Íris.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Em fevereiro de 2004, após participar das gravações para a coletânea ¿Girassóis Clonados¿, Samuel deixou a banda. O grupo segue como quarteto.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;">-Texto e fotos retirados do antigo blog do <a href="http://www.fanclubeterminal.blogger.com.br/" target="_blank">Fã Clube Terminal Guadalupe</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a formação Dary, Allan, Rubens e Fabiano, a banda lançou os discos <a href="https://mega.co.nz/#!3JASwQyT!Hj3DJV_MvkllP3vfDJiMBF0iczdHbyHzUfcmMG5XGZ8" target="_blank"><em>Vc Vai Perder o Chão</em></a> (2005) e <a href="https://mega.co.nz/#!DcRizaxC!NYjMYT1YkcqPieqBk5xJCUn5esYqvpatmb94eMdKZdY" target="_blank"><em>A Marcha dos Invisíveis</em></a> (2007), seguido pelo ao vivo <a href="https://mega.co.nz/#!GZ4yVL7C!KvMKwlWXDDiAyIhjJRcOCAXlRbtCIVmCweERaiK1Xd0" target="_blank"><em>Como Despontar Para o Anonimato</em></a> (2008). Iniciou a gravação do quarto disco de estúdio no inicio de 2009, quando devido a uma série de fatores a banda acabou pela primeira vez, deixando para os fãs o EP <a href="https://mega.co.nz/#!KcAmDZqb!DgCNTHvqFre2PjcuBxhxCGWWWCUNEKfntQEbHmWJ4GE" target="_blank"><em>O Tempo Vai Me Perdoar</em></a>, com quatro músicas que sobraram do que era pra ser o disco novo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Se a banda era um quarteto e três saíram, não houve separação, mas abandono… (risos) O que tentei foi compreender a impaciência dos ex-integrantes. Aos fatos: estava sem tempo para me dedicar ao Terminal Guadalupe como antes, afinal, a vida real me obriga a pagar as contas e a cuidar do meu filho recém-nascido; além disso, a gravação com Roy Cicala e Apollo 9 ficou muito, muito aquém das nossas expectativas e das próprias canções. Desanimamos. Há, ainda, o desgaste natural da relação, o que ensejou mudanças.</p>
<p style="text-align: right;">-Dary Jr., em entrevista para o <a href="http://screamyell.com.br/site/2009/08/19/entrevista-terminal-guadalupe/" target="_blank">Scream &amp; Yell</a>.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Ainda em 2009, Dary Jr. retorna com os novos integrantes Cláudio Farinhaque (guitarra), Diogo Roesler (baixo), Phill (bateria) e Dartagnan Filho (teclados). Lançam os EPs ao vivo <a href="https://mega.co.nz/#!2JQwiYaC!XvdlfFRxZVagyCUhXKruuhioNvs-JR0slggixXv3xeM" target="_blank"><em>O Explorador de Telhados</em></a> e <em><a href="https://mega.co.nz/#!mcRUXZpZ!IqVY2EKfATJuysT6aAH3NinsrRY2QKScM39m60jD-Sc" target="_blank">Sala Especial &#8211; Ao Vivo no Loaded</a>, </em>ambos em 2010. Em novembro do mesmo ano, a banda realiza seu último show em Curitiba no festival PANELAÇO, homenageando Ivo Rodrigues, ex-vocalista da banda Blindagem, falecido no mesmo ano.</p>
<p><a href="https://mega.co.nz/#F!WJBQkKaT!dATneD0c-lJEZ2L5c2lKXw" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/tg.png" alt="Terminal Guadalupe" width="385" height="176" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: left;">DISCOGRAFIA COMPLETA </span><a style="text-align: left;" href="https://mega.co.nz/#F!WJBQkKaT!dATneD0c-lJEZ2L5c2lKXw" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1543" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></p>
<ul>
<li><a href="http://portalpgf.com/downloads/musicas/terminal_guadalupe/Lançamentos_Oficiais.rar" target="_blank">LANÇAMENTOS OFICIAIS</a> <a href="https://mega.co.nz/#F!vYRFAaSL!JjxpAmGTxVsdg8bdDg80fw" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a> <a href="http://portalpgf.com/downloads/musicas/terminal_guadalupe/Lançamentos_Oficiais.rar" target="_blank">[Link direto]</a></li>
</ul>
<ol>
<li>Burocracia Romântica &#8211; Trilha Sonora Original (2003) [33,2 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!KUxAWRCD!Y1WphxsODoOR2a4-h_te0AeVitk9eQy1s5wqNtbq0ik" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>Vc Vai Perder o Chão (2005) [29,2 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!3JASwQyT!Hj3DJV_MvkllP3vfDJiMBF0iczdHbyHzUfcmMG5XGZ8" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1543" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>A Marcha dos Invisíveis (2007) [41,9 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!DcRizaxC!NYjMYT1YkcqPieqBk5xJCUn5esYqvpatmb94eMdKZdY" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1543" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>Como Despontar Para o Anonimato (Ao Vivo &#8211; 2008) [57,8 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!GZ4yVL7C!KvMKwlWXDDiAyIhjJRcOCAXlRbtCIVmCweERaiK1Xd0" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>EP - O Tempo Vai Me Perdoar (2009) [29,1 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!KcAmDZqb!DgCNTHvqFre2PjcuBxhxCGWWWCUNEKfntQEbHmWJ4GE" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>EP - O Explorador de Telhados (2010) [24 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!2JQwiYaC!XvdlfFRxZVagyCUhXKruuhioNvs-JR0slggixXv3xeM" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>EP - Sala Especial &#8211; Ao Vivo no Loaded (2010) [12,6 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!mcRUXZpZ!IqVY2EKfATJuysT6aAH3NinsrRY2QKScM39m60jD-Sc" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
</ol>
<ul>
<li><a href="http://portalpgf.com/downloads/musicas/terminal_guadalupe/Demos_e_ao_vivo.rar" target="_blank">DEMOS E BOOTLEGS</a> <a href="https://mega.co.nz/#F!DYAV0agb!JkGgXGH1lw40Nc3SSBli5w" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a> <a href="http://portalpgf.com/downloads/musicas/terminal_guadalupe/Demos_e_ao_vivo.rar" target="_blank">[Link direto]</a></li>
</ul>
<ol>
<li>Ensaio Acústico (2003) [19,7 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!iZ5x2TrY!Bux7gHAbegYzQY0hFNJPYDMZdY81mtfKU0-Hvy6nqhk" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>EP Delação Premiada (2005) [9,1 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!jAQEFYYI!KszwH1mhdmRcuQHlpku5d2adTVEyV8GbHrqr64CtXzY" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>Ao Vivo no Festival Acorde Curitiba (2006) [31,3 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!CcRQSSbS!IQbvr2cOVjuMlR212ReVVQpi68V_J5mS3Npts_TImq0" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>Ao Vivo no Festival Laboratório Pop (2006) [3,3 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!ScY0EKYQ!Vyv-Fh46uZSHfbnPOKkp7mgtW0Ztcvn8-IaG-ybPHbI" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>Dary e Allan ao vivo na GGG (2007) [31,3 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!DJwW0aSB!IcOWH1OxYbVqvfWFO2UtblNVDW97kXCqTdxxTkjSufo" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>EP Acústico Mundo Livre FM (2008) [14,2 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!nM5WCCDT!Oeh8aF1ruIAqcN4l7WtjCF63cbQ9PTVYDSEPXaZXJw4" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>Ao vivo no Programa PrasBandas (2008) [5,7 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!zcxUxCbA!DUnm60lFZh8Qd03skN1wdj22ZYh-pnBpF2l4KMbWdQs" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
<li>Demos [30,2 MB] <a href="https://mega.co.nz/#!XIw1HLQY!R7qwFHVu90dG3_uNraSjih5U-w1pHd1cMYTHjteW_Ss" target="_blank"><img src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a></li>
</ol>
<ul>
<li><a href="http://portalpgf.com/downloads/musicas/terminal_guadalupe/Lorena_Foi_Embora.rar" target="_blank">LORENA FOI EMBORA&#8230; (primeira banda do Dary Jr.) [29,1 MB]</a> <a href="https://mega.co.nz/#!KExkwThL!HxU9qV_bsDhP_5SfjGz9HG2ktpoHQX33c_RvhvrAZKI" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-1543" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/Download-15.png" alt="Download-15" width="15" height="15" /></a><a href="http://portalpgf.com/downloads/musicas/terminal_guadalupe/Lorena_Foi_Embora.rar" target="_blank"> [Link direto]</a></li>
<li><a href="http://portalpgf.com/downloads/musicas/terminal_guadalupe/Rosablanca.rar" target="_blank">ROSABLANCA [Link direto]</a></li>
</ul>
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		<title>Naming Rights no futebol</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 18:32:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marco]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
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		<category><![CDATA[Direitos de Nome]]></category>
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		<category><![CDATA[Naming Rights]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Direitos de Nome Antes de falarmos sobre o uso do Naming Rights no futebol, vamos entender o que é e como é usado esse recurso. &#160; Direitos de nome (Inglês: naming rights) é o direito sobre a propriedade de nomes. A prática da concessão de direitos de nome é bastante comum entre empresas, que]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Os Direitos de Nome</strong></h4>
<p>Antes de falarmos sobre o uso do Naming Rights no futebol, vamos entender o que é e como é usado esse recurso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 30px">Direitos de nome (Inglês: naming rights) é o direito sobre a propriedade de nomes. A prática da concessão de direitos de nome é bastante comum entre empresas, que compram ou alugam o nome de algum estabelicimento de espetáculos culturais e/ou esportivos trocando para o nome da própria empresa ou de algum produto relacionado à mesma.</p>
<p><em>                                                                                                              (<span style="color: #c0c0c0">Fonte: Wikipédia</span>) </em></p>
<p>No &#8220;comuniquês&#8221;, o Naming Rights é uma ação de Marketing Cultural, inserida nas ações de Relações Públicas de uma marca/empresa. Ou seja, quando uma marca visa agregar a imagem de sua marca com a imagem de outra empresa.</p>
<p>Essa prática agrega valor à imagem da marca ou à um conceito, e vem se tornando comum no Brasil. Mas não é de hoje que isso acontece.</p>
<p>Na década de 70, foi criado o evento &#8221; Hollywood Rock&#8221;, idealizado pelo jornalista e compositor Nelson Motta e que teve o apoio da marca de tabacos Souza Cruz, que usou o nome de um de seus produtos, o cigarro Hollywood, para nomear o evento.</p>
<div id="attachment_1000" style="width: 250px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/materia1.jpg"><img class=" wp-image-1000 " src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/materia1-300x300.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Hollywood Rock, evento que teve sua primeira edição na década de 70.</p></div>
<p>A primeira estrutura a vender o direito de nome, foi Credicard Hall, espaço multiuso em São Paulo,  em setembro de 1999.</p>
<div id="attachment_999" style="width: 285px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/images1.jpg"><img class="size-full wp-image-999" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/images1.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a><p class="wp-caption-text">Credicard Hall, primeira casa de espetáculos a vender os direitos de nome.</p></div>
<h4>Naming Rights no Futebol</h4>
<p>No futebol, a estratégia  vem sendo usada há algum tempo. Você já deve ter ouvindo ou lido os nomes &#8220;Allianz Arena&#8221; e &#8220;Emirates Stadium&#8221; estádios de Bayern de Munique e Arsenal, respectivamente.</p>
<div id="attachment_998" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/allianz-emirates1.jpg"><img class="size-medium wp-image-998" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/allianz-emirates1-300x125.jpg" alt="" width="300" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Allianz Arena (Bayern) e Emirates Stadium (Arsenal).</p></div>
<p>No futebol brasileiro, o Clube Atlético Paranaense foi pioneiro na utilização de naming rights em um palco de futebol. Em março de 2005, o Atlético anunciou a parceria com a Kyocera Mita America, empresa de eletro eletrônicos, e a então Arena da Baixada passou a ser chamada Kyocera Arena. Mas o contrato durou apenas 3 anos, e no dia 1º de abril de 2008, as mas quebraram o vínculo. Com a realização da Copa do Mundo em 2014, no Brasil, com jogos na Arena da Baixada, o CAP viu uma valorização de sua marca e deseja números maiores para uma nova venda de direitos.</p>
<div id="attachment_997" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/800px-Kyocera_Arena_Curitiba_20061.jpg"><img class="size-medium wp-image-997" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/800px-Kyocera_Arena_Curitiba_20061-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Kyocera Arena (Clube Atlético Paranaense)</p></div>
<p>Mas qual o malefício que contratos curtos podem trazer à uma estrutura?</p>
<p>A intenção é agregar e fidelizar a imagem de duas marcas, quando o contrato se quebra rápido, a imagem do clube/estrutura fica desvalorizada.</p>
<p>Ex.: Empresa &#8220;X&#8221; vai pagar pra comprar os direitos de uma arena que pertencia à empresa &#8220;Y&#8221;, a imagem dessa arena já foi vinculada à de outra empresa e pode dificultar essa compra, já que as pessoas podem continuar chamando a arena pelo nome usado pela empresa &#8220;Y&#8221;.</p>
<p>Prazos longos de contratos também causam essa desvalorização à um novo contratante.</p>
<p>Ou você imagina a Air France comprando os direitos do Emirates Stadium, da Emirates Air Lines, estádio que tem esse nome desde a sua criação em 2006. Um vínculo já foi criado entre a marca e a estrutura.</p>
<p>Clubes como Corinthians, Palmeiras e Grêmio, pretendem vender o naming rights de suas arenas, todos visando contratos longos. E no caso do Corinthians, visando um valor maior, já que o estádio sediará a abertura da Copa do Mundo FIFA 2014, e tanto a FIFA quanto a Globo respeitaram os direitos de nome durante os eventos.</p>
<h4>A venda de Naming Rights para eventos.</h4>
<p>O que é mais comum de se ver no Brasil e nos torneios da América do Sul é a venda dos direitos dos nomes dos torneios.</p>
<p>Como o Campeonato Paulista Chevrolet, ou Paulistão Chevrolet 2012, a Copa Santander Libertadores, Campeonato Brasileiro Petrobras 2012 e Copa Bridgestone Sulamericana.</p>
<p>Você sabia que esses são os nomes oficiais desses eventos em 2012?</p>
<p>Se você não sabia, pode &#8220;culpar&#8221; as mídias. Até pouco tempo, os principais canais de televisão usavam os nomes populares para apresentar os eventos. Prejudicando a marca e o evento.</p>
<p>Com a chegada do Canal Fox Sports Brasil, isso começou a mudar. O canal da Fox Entertainment Group, preservou todos os direitos de nomes dos eventos transmitidos.</p>
<p>Como a Copa Santander Libertadores, Copa Bridgestone Sulamericana, Seria A TIM, Barclays  Premier League.</p>
<div id="attachment_1001" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/name-rights1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1001" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/name-rights1-300x173.jpg" alt="" width="300" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">Campeonatos que venderam o naming rights.</p></div>
<p>A ação da Fox &#8220;forçou&#8221; o grupo Globosat a tomar a mesma atitude e os canais da empresa, Globo, Sportv e PFC, passaram a usar os nomes oficiais dos eventos, e em breve, seja por pressão ou opção, a Rede Bandeirantes deve seguir o mesmo rumo.</p>
<p>Atitudes como essas valorizam os eventos, as marcas envolvidas e o espetáculo. E mostra respeito por parte do veículo aos direitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>HQ: EX MACHINA</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2012 23:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Jeffao]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[“A ficção nos permite deslizar para dentro dessas outras cabeças, para esses outros lugares, e olhar através de outros olhos. Então, no conto, paramos antes de morrer, ou morremos de forma indireta ou sem prejuízo e, no mundo além do conto, viramos a página ou fechamos o livro e terminamos de viver nossa vida. Uma]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">“A ficção nos permite deslizar para dentro dessas outras cabeças, para esses outros lugares, e olhar através de outros olhos. Então, no conto, paramos antes de morrer, ou morremos de forma indireta ou sem prejuízo e, no mundo além do conto, viramos a página ou fechamos o livro e terminamos de viver nossa vida. Uma vida que, como qualquer outra é diferente de todas.” - <em>Neil Gaiman</em>, Deuses Americanos.</p>
<p style="text-align: justify">Quando fui convidado para escrever um post sobre HQ no site, o Torremo deixou bem claro que, era uma proposta nenhum pouco atraente financeiramente, não haveria grandes promessas de visibilidade e que, provavelmente, o único leitor de meu post seria eu mesmo. Não pensei duas vezes. Aceitei! Afinal quem resiste aos encantos desse ex- gordinho.</p>
<p style="text-align: justify">Pessoal, vou escrever sobre aquelas revistinhas ilustradas onde, vejam vocês, os diálogos são inseridos dentro de balões. Alguns incautos, incultos e pessoas com pouco intelecto chamam de gibi. Gente, por favor, são Graphics Novels!(piadinha gente, chamem de gibi mesmo). Sabe, fiquei pensando sobre qual quadrinho começar, afinal tem tanta coisa boa que todos deveriam conhecer que fica extremamente difícil, mas como estamos em época de eleição nada melhor do que falar sobre uma HQ onde o personagem principal é um prefeito. Não gente, ele não usa chapéu, não reside em MHcity, e nem vive constantemente sob o efeito de sua poção mágica. Ele é um super-herói aposentado que se torna prefeito de Nova York. Ex Machina tem como personagem principal um engenheiro civil que exposto por um estranho artefato adquire o &#8220;dom&#8221; de se comunicar com dispositivos eletrônicos. Como um ávido leitor de quadrinhos, (isso mesmo, o personagem principal é um leitor de quadrinhos!) Mitchell Hundred resolve que precisa combater o crime de Nova York munido de um Jet Pack e seu poder de se &#8220;falar&#8221; com máquinas e inicia, a seu modo, uma breve carreira de herói conhecido como a “A Grande Máquina”. Sempre ao lado de seus parceiros Kremlin, seu mentor, e Bradbury o brutamontes. No entanto, cansado de capturar meliantes, Mitchell decide que é hora de fazer alguma coisa mais significativa pelo mundo &#8211; algo que jamais conseguiu sendo o herói conhecido com A Grande Máquina. Assim, decide concorrer à prefeitura de Nova York e consegue uma vitória esmagadora.</p>
<p style="text-align: justify">E é aí que a historia começa a engrenar, o ponto alto da série são as situações vividas pelo prefeito Mitchell Hundred as discussões internas com seus aliados, o contato com os eleitores, e todos os detalhes que envolvem sua administração, são construídas com base em um dialogo ágil, envolvente, e verossímil. O autor Brian K. Vaughan sabe como entreter o leitor com personagens carismáticos, historias densas e constantes reviravoltas na trama. A arte é de Tony Harris que usa linhas simples e cores sóbrias na composição. Vaughan também abusa das citações, siglas, e referências que são ligadas ao cotidiano dos americanos. Ex Machina é dividido em 10 volumes e tem o preço médio de R$17,90 por volume e, óbvio, vale muito a pena.</p>
<p><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/ex_machina_001.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-968" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/08/ex_machina_001-e1346110692391.jpg" alt="" width="300" height="468" /></a></p>
<p style="text-align: justify">PS: Deus ex machina expressão latina vinda do grego &#8220;ἀπὸ μηχανῆς θεός&#8221; (apò mēchanḗs theós), significa literalmente &#8220;Deus surgido da máquina&#8221; e é utilizada para indicar uma solução inesperada, improvável e mirabolante para terminar uma obra de ficção ou drama.</p>
<p style="text-align: justify">Sua origem encontra-se no teatro grego e refere-se a uma inesperada, artificial ou improvável personagem, artefato ou evento introduzido repentinamente em um trabalho de ficção ou drama para resolver uma situação ou desemaranhar uma trama. Este dispositivo é na verdade uma invenção grega. No teatro grego havia muitas peças que terminavam com um deus sendo literalmente baixado por um guindaste até o local da encenação. Esse deus então amarrava todas as pontas soltas da história.</p>
<p style="text-align: justify">A expressão é usada hoje para indicar um desenvolvimento de uma história que não leva em consideração sua lógica interna e é tão inverossímil que permite ao autor terminá-la com uma situação improvável porém mais palatável. Em termos modernos, Deus ex machina também pode descrever uma pessoa ou uma coisa que de repente aparece e resolve uma dificuldade aparentemente insolúvel. Enquanto que em uma narrativa isso pode parecer insatisfatório, na vida real este tipo de figura pode ser bem-vindo e heroico.</p>
<p style="text-align: justify">A noção de Deus ex machina também pode ser aplicada a uma revelação dentro de uma história vivida por um personagem, que envolva realizações pessoais complicadas, às vezes perigosas ou mundanas e, porventura, seqüência de eventos aparentemente não relacionados que conduzem ao ponto da história em que tudo é conectado por algum conceito profundo. Essa intervenção inesperada e oportuna visa a dar sentido à história no lugar de um evento mais concreto na trama.<br />
A tragédia grega de Eurípides era notória em usar este dispositivo na trama.<br />
Fonte: Wikipédia.</p>
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