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	<title>Portal PGF &#187; PGF in Rock</title>
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	<description>Power Guido Fest</description>
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		<title>Roger Waters &#8211; Morumbi, 01/04/2012 &#8211; A Ilusão da Minha Ótica</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2012 19:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Torremo_MH]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[PGF in Rock]]></category>
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		<description><![CDATA[Estávamos entrando no Morumbi – setor: pista – confesso que eu estava meio perdido, era minha segunda vez nesse estádio. Percebi que passávamos atrás do palco, uma estrutura gigante, quase mais alta que o próprio Morumbi. Pisando no gramado, a visão do muro foi surpreendente, tudo muito grande: o palco, o muro, a euforia… A]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estávamos entrando no Morumbi – setor: pista – confesso que eu estava meio perdido, era minha segunda vez nesse estádio. Percebi que passávamos atrás do palco, uma estrutura gigante, quase mais alta que o próprio Morumbi. Pisando no gramado, a visão do muro foi surpreendente, tudo muito grande: o palco, o muro, a euforia…</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-141" title="Roger Waters" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/1-e1342549735347.jpg" alt="" width="510" height="380" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-142" title="Roger Waters" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/2.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A reação que tive foi semelhante à do <a href="http://portalpgf.com/wordpress/muse-e-u2-em-360o-10042011-morumbi-sp/" target="_blank">U2 ano passado</a>… Aliás, não foi a única semelhança, Roger Waters e U2 elevaram os shows em estádio para outro nível, outro patamar, outro conceito. E foi esse meu pensamento em <em>In The Flesh</em>, a primeira canção executada por Roger e seus comparsas: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1070511-roger-waters-ergue-muro-arrebatador-no-morumbi.shtml" target="_blank">isso é um show de rock?</a> Não, é muito mais que isso, é um espetáculo completo, um filme ao vivo… <a href="http://blogessinger.blogspot.com.br/2012/04/cnt-sem-nta-de-rdape-43.html" target="_blank">o <em>power point</em> mais caro que já vi!</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-143" title="Roger Waters" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/3-e1342549965517.jpg" alt="" width="510" height="380" /></a></p>
<p align="justify">“Um filme ao vivo” foi a melhor definição que consegui imaginar. Era <em>The Wall</em>, em sua versão mais moderna, projetado num muro de 150 metros com a trilha sonora sendo executada ao vivo com uma perfeição absoluta… quase que por música!</p>
<p align="justify">Um aspecto que deve ser comentado é o tecnológico. O muro, em toda sua extensão, recebia projeções gigantescas de altíssima definição. E o mais incrível era que cada tijolo recebia uma imagem independente, possibilitando efeitos simples e surpreendentes… e às vezes de uma complexidade absurda!… Como o próprio Roger Waters disse, isso nunca havia sido feito antes.</p>
<p align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-144" title="Roger Waters - Morumbi - 1/4/2012" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/4-e1342550163469.jpg" alt="" width="510" height="315" /></a></p>
<p align="justify">Muito se reclamou sobre a previsibilidade do repertório. Para mim, não saber o que vai acontecer é parte excêncial do show. Abomino quem divulga o setlist antes, quem procura vídeos no youtube só pra saber o que vai acontecer e por aí em diante. Por este motivo, fiz questão de não me informar sobre nada deste espetáculo e, por isso, não fiquei nem sabendo que o show consistia na execução do disco duplo “<em>The Wall</em>” na íntegra, com direito a intervalo entre a última canção do disco 1 e a primeira do disco 2… Tá bom, do intervalo eu sabia e deu pra perceber que ele estava tocando as músicas na mesma ordem do álbum, mas isso foi uma surpresa, notada durante o show.</p>
<p align="justify">Não gosto muito de descrever os acontecimentos do espetáculo tim tim por tim tim porque, por mais que eu seja fiel aos detálhes, o relato nunca chegará aos pés da experiência ao vivo, sem contar que, oferecendo o meu ponto de vista, cria-se um filtro, uma interferência, um pré-conceito, uma ilusão de ótica no leitor que não presenciou o show. Mas, mesmo assim, farei breves comentários sobre algumas partes que me marcaram:</p>
<ul>
<li><em>In the Flesh</em>: a primeira canção, o inicio arrebatador, com direito a fogos de artifício e o mítico avião se chocando contra o muro.</li>
<li>O muro sendo construído durante o show.</li>
<li><em>Mother</em>: Roger fazendo um dueto com ele mesmo e os dizeres “<em>the big mother is watching you</em>”… foi fodástico!</li>
</ul>
<p align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/53.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-145" title="Roger Water - Morumbi - 1/4/2012" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/53-e1342550351198.jpg" alt="" width="510" height="380" /></a></p>
<ul>
<li><em>The Happiest Days of our Lives</em> e o helicoptero quase real que forçava nossas cabeças para o céu.</li>
<li><em>Goodbye Blue Sky</em> e os aviões despeijando logotipos capitalistas e idealistas.</li>
<li><em>Empty Spaces</em> e aquelas imagens alucinantes das orquídeas.</li>
<li><em>Goodbye Cruel World</em> encerrando a primeira parte do show com o Roger dizendo “<em>goodbye</em>” e sendo tampado pelo último tijolodo muro, completando assim a sua construção.</li>
<li>As imagens das vítimas de guerra que figuraram no muro durante o intervalo.</li>
</ul>
<p align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/6-e1342550626805.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-146" title="Roger Waters - Morumbi - 1/4/2012" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/6-e1342550626805.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<ul>
<li><em>Bring the Boys Back Home</em>, pela música em si, mesmo.</li>
</ul>
<p align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/7-e1342550652848.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-147" title="Roger Waters - Morumbi - 1/4/2012" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/7-e1342550652848.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<ul>
<li><em>Confortably Numb</em>: sem comentários.</li>
</ul>
<p align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/8-e1342550690285.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-148" title="Roger Waters - Morumbi - 1/4/2012" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/8-e1342550690285.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<ul>
<li>O Porco, com os dizeres “O novo código florestal vai matar o Brasil”… Aliás, o porco, o avião e o “muro sendo construído durante o show” são histórias que eu ouço desde sempre, assisti em VHS, DVD, Dvix e nunca imaginei que veria ao vivo. São coisas que fazem parte do meu folclore.</li>
<li>Por fim, o muro sendo destruído no final, outro mito folclórico que nunca imaginei que veria.</li>
</ul>
<p align="justify">Teve muitos outros grandes momentos que não comentei, preferi deixá-los para quem quiser ver com seus próprios olhos. E digo: todos, pelo menos uma vez na vida, devem assistir um espetáculo grandioso como este (e/ou do U2).</p>
<p align="justify">…Aliás, este foi mais um grande momento que merece ser destacado:</p>
<p align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/9-e1342550712493.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-149" title="Roger Waters - Morumbi - 1/4/2012" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/9-e1342550712493.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><em>Torremo, Vilmar, Ernesto, Ruivo Hering, Ereé, Cabeção</em>.</p>
<p align="justify"><em> *Post publicado originalmente em 4 de abril de 2012 no <a href="http://powerguidofest.blogspot.com.br/2012/04/roger-waters-morumbi-01042012-ilusao-da.html" target="_blank">Blogger PGF</a> e no <a href="http://torremagens.powerguidofest.com/2012/04/roger-waters-morumbi-01042012-ilusao-da.html" target="_blank">Torremagens</a>.</em></p>
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		<title>Muse e U2 em 360º &#8211; 10/04/2011 &#8211; Morumbi-SP</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2012 18:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Torremo_MH]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[PGF in Rock]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse momento foi inesquecível, o momento em que entrei no estádio. Cadeira superior vermelha. O segurança apontou, “por aqui”, tive acesso as cadeiras e a umas das visões mais incríveis que se pode ter (agora) num estádio, o palco 360° do U2, também conhecido como “Garra” e “Nave Espacial”. Ver em fotos, assistir vídeos, ouvir]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esse momento foi inesquecível, o momento em que entrei no estádio. Cadeira superior vermelha. O segurança apontou, “por aqui”, tive acesso as cadeiras e a umas das visões mais incríveis que se pode ter (agora) num estádio, o palco 360° do U2, também conhecido como “Garra” e “Nave Espacial”.</p>
<p style="text-align: justify;"><object width="600" height="450" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/iqKJB1ili98?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="600" height="450" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/iqKJB1ili98?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;">Ver em fotos, assistir vídeos, ouvir relatos… Nada se compara à emoção de ver pessoalmente esta maravilha, é tudo muito grande, imenso, monstruoso, surreal! E isso era o palco lá, parado, desligado! Mal sabia eu o que estava por vir…</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/DSC050319.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter  wp-image-122" title="Muse e U2 em 360º" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/DSC050319.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size: medium;">MUSE – A abertura</span></strong></p>
<p align="justify">Era por volta das 19:30 quando começou a tocar a música de introdução do show da banda britânica Muse. Ao subir no palco, eles tinha uma missão, mostrar quem eles eram para um Morumbi lotado (90 mil pessoas), onde a grande maioria não sabia sequer pronunciar o nome da banda. Missão essa que que foi cumprida com louvor, chegando ao final do show, nos últimos acordes de Knights Of Cydonia, a serem ovacionados de pé pelo estádio inteiro, como se fosse o próprio U2 que estivesse ali.</p>
<p align="justify"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/RXjU6nGEpB4" frameborder="0" width="600" height="450"></iframe></p>
<p align="justify">Um rapaz que estava do meu lado, após me ver cantar todas as músicas (e minha camiseta do Muse), perguntou se eu já conhecia eles, disse que sim. Ele, que até então não conhecia a banda, disse que ficou impressionado com o show, que eles foram “do caraleo” e ainda perguntou se a banda era realmente só um trio, visivelmente surpreso com a energia e peso do show.</p>
<p align="justify">O Muse fez um show curto, cerca de 40 minutos, conciso e objetivo. Fizeram o melhor possível com o tempo que tinham, para um público que não os conheciam.</p>
<p align="justify">Minha conclusão do show foi que, a partir de <span style="text-decoration: line-through;">hoje</span> ontem, o Rock tem um novo nome, se chama MUSE!!!</p>
<p align="justify"><strong>Setlist</strong></p>
<ol>
<li>
<div align="justify">Plug in Baby</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Resistance</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Time Is Running Out</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Feeling Good</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Uprising</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Starlight</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Stockholm Syndrome + riffs</div>
</li>
<li>
<div align="justify">Man With Harmonica + Knights Of Cydonia</div>
</li>
</ol>
<p style="text-align: center;" align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/DSC050919.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-123" title="Muse e U2 em 360º" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/DSC050919-e1342468386735.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size: medium;">U2</span></strong></p>
<p align="justify">Com o término do show do Muse, surgiu um cronômetro regressivo no telão, que indicaria o início do grande show da noite. Vale lembrar que um pouco antes do U2 entrar no palco, tocou “A Minha Menina”, do Jorge Ben Jor, e fez o estádio inteiro dançar.</p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/DSC0514410.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-124" title="Muse e U2 em 360º" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/DSC0514410-e1342468461682.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p align="justify">Não vou me estender muito falando sobre o show em si, porque, afinal das contas, era o U2! Não importa o que eles fizessem, o jogo já estava ganho.</p>
<p align="justify">Uma das partes do show que mais gostei foi quando o telão entrou em ação, e quando digo “entrou em ação” não me refiro a exibir imagens. Seguem algumas fotos.</p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/17.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-125" title="Muse e U2 em 360º" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/17-e1342468812351.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><em>Telão normal</em></p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/26.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-126" title="Muse e U2 em 360º" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/26-e1342469013510.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><em>Começando a entrar em ação</em></p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/36.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-127" title="Muse e U2 em 360º" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/36-e1342469163886.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/57.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-128" title="Muse e U2 em 360º" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/57-e1342469244431.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/66.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-129" title="Muse e U2 em 360º" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/66-e1342469315256.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><em>Nesse momento tocava “City Of Blinding Lights”</em></p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/76.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-130" title="Muse e U2 em 360º" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/76-e1342469440957.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p align="justify">Outro momento que me emocionou, e acho que foi o ápice do show, foi quando tocou Ultraviolet e With Or Without You. Dois globos, um no centro do palco e outro no ponto mais alto da estrutura, transformaram o Morumbi numa pista de dança dos anos 70, foi mágico, me senti como se estivesse flutuando (imaginem só, EU, flutuando!). Infelizmente, havia acabado a bateria da câmera uma música antes, por isso não tenho nenhuma foto desse momento.</p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/DSC050326.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-131" title="Muse e U2 em 360º" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/DSC050326-e1342469544938.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><em>O globo de baixo só apareceu no momento do show</em></p>
<p align="justify">UP: Encontrei o vídeo da música With Or Without You, não faz jus ao que foi ao vivo, mas dá para ter uma noção… O próprio cara que upou o vídeo escreveu no título “melhor parte do show”.</p>
<p align="justify"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/fjE3QvpzcYs" frameborder="0" width="600" height="450"></iframe></p>
<p align="justify"><strong>Setlist</strong></p>
<ol>
<li>Even Better Than The Real Thing</li>
<li>Out Of Control</li>
<li>Get On Your Boots</li>
<li>Magnificent</li>
<li>Mysterious Ways</li>
<li>Elevation</li>
<li>Until The End Of The World</li>
<li>I Still Haven&#8217;t Found What I&#8217;m Looking For</li>
<li>Pride (In The Name Of Love)</li>
<li>North Star</li>
<li>Beautiful Day + Sgt. Pepper&#8217;s Lonely Hearts Club Band (trecho) + Blackbird (trecho)</li>
<li>Miss Sarajevo</li>
<li>Zooropa</li>
<li>City Of Blinding Lights + Singing In The Rain (trecho)</li>
<li>Vertigo + Helter Skelter (trecho)</li>
<li>I&#8217;ll Go Crazy If I Don&#8217;t Go Crazy Tonight + Relax (trecho) + Two Tribes (trecho)</li>
<li>Sunday Bloody Sunday</li>
<li>Scarlet</li>
<li>Walk On + You&#8217;ll Never Walk Alone (trecho)</li>
<li>One</li>
<li>Amazing Grace (trecho) + Where The Streets Have No Name</li>
</ol>
<p><strong>Encore:</strong></p>
<ol>
<li>Ultraviolet (Light My Way)</li>
<li>With Or Without You</li>
<li>Moment Of Surrender</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size: medium;">A Garra e um novo conceito</span></strong></p>
<p align="justify">O U2 criou um novo conceito de show com seu grandioso palco 360°, o conceito de que o show não é mais da banda, e sim da banda+estrutura. É como se a banda e o palco, juntos, formasse um outro ser, como se fosse uma coisa só, uma máquina de dar espetáculos, uma Show Machine.</p>
<p align="justify">Para entender melhor o que quero dizer, é só procurar na internet vídeos e fotos da tour 360°. Você não encontrará imagens da banda U2, e sim do palco completo, com a banda pequenininha lá no centro.</p>
<p align="justify">Mas na realidade esse é o conceito que o U2 quer passar, de que o show não se limita mais apenas à banda tocando, e sim a um grande evento de música, imagens, cores e sensações.</p>
<blockquote>
<p align="justify"><em>“…a história de turnês gigantescas em estádios se divide agora em antes e depois desta. Assim como já havia sido definida há 20 anos na Zoo TV.”</em></p>
<p align="justify">– Rodrigo James (Jornalista)</p>
</blockquote>
<p align="justify">São tantas luzes piscando, imagens, lasers, e tudo tão grande, tanta informação que chega a ser difícil assimilar, e às vezes você até se lembra que no meio disso tudo tem uma banda tocando. Por várias vezes no show eu realmente me esqueci da banda (naquele momento em que o telão entra em ação).</p>
<p align="justify">O que eu penso que o Bono pensou ao pensar nesse palco foi: “São tantas pessoas que querem nos ver, mas somos apenas 4 mortais, não serão todos do estádio que terão uma boa visão da gente, por isso, vamos fazer uma estrutura de show em que não importe o local que você esteja, sempre terá um ótima visão” – E é exatamente isso que ocorre. Ou quase…</p>
<p align="justify">Por ironia, esse pensamento de privilegiar todos os locais do estádio acabou criando alguns lugares ruins, que são, pasmem, na beira do palco! A estrutura é tão gigantesca que na beira do palco você não consegue ver tudo, só a banda tocando!…</p>
<p align="justify">Por isso, se você quer aproveitar 100% do espetáculo, se é que isso é possível, deixe as primeiras filas para os fãs mais histéricos.</p>
<p align="justify"><span style="font-size: medium;"><strong>Duas curiosidades</strong></span></p>
<p align="justify">1 – Durante os dias de show (9, 10 e 13 de abril), nas proximidades do Morumbi, os celulares da Oi exibem no visor “OI U2”…</p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/DSC050229.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-132" title="Oi U2" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/DSC050229.jpg" alt="" width="358" height="460" /></a></p>
<p align="justify">2 – Se você acha ruim pagar 10 reais de estacionamento quando vai pra balada, então nem pense em ir de carro para o show do U2…</p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><a href="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/DSC050166.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-133" title="Facada!" src="http://portalpgf.com/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/DSC050166-e1342469885505.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><em>Estacionamento ao lado do Morumbi</em></p>
<p style="text-align: left;" align="justify"><em>*Post publicado originalmente em 12 de abril de 2011 no <a href="http://torremagens.powerguidofest.com/2011/04/muse-e-u2-em-360-1004-morumbi.html" target="_blank">Torremagens</a>.</em></p>
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